25 de novembro de 2005

Enganada


O vento toca-lhe o cabelo,
Caminha contra o ar frio.
A manga chega-lhe ao cotovelo
Estremece, culpando um arrepio.

No olhar despido
Leva lágrimas, uma vontade,
A volúpia de um pedido,
A tragédia da verdade.

Do seu passo vagaroso,
Do seu lânguido avançar
Culpa o Inverno rigoroso,
Na sua angústia de pensar.

Correm os seus pensamentos
Como corre o vento apressado
Mas inocenta os sentimentos
Do seu coração apertado.

5 comentários:

Super_Guilho disse...

esta mt bom tatiana!! escreves poesia d uma forma absolutament maravilhosa!! devs continuar a xcrever e kem sabe s um dia mais tard na editaras um livro d poemas!! exa criatividade ta ao rubro!! :P FORÇA!! ;) bjxx gands**
João Guilhoto

StupiDreamer disse...

«Culpa o Inverno rigoroso,
Na sua angústia de pensar»
vemos no céu escuro o espleho das nossas almas e tentamos conformar-mos com uma desculpa de «só uma fase»
cute =)*

«Karllus» disse...

Frio... lágrimas... tragédia... inverno... angústia...

Sintomas de coração magoado.

Remédio?

É sentir esta alegria de ler a tua poesia.
Poesia que inocenta os sentimentos do coração mais apertado.

Bjs

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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