29 de abril de 2008

Mão na mão

É por existirem sonhos que sorrimos. É por termos vontade de sorrir que continuamos. E quando o mundo se estilhaça aos nossos pés é por termos quem acredite em nós que não desistimos.
Todos temos horas de felicidade, alegria, satisfação e euforia. Mas há fins de dia que trazem o cansaço, a descrença e a desilusão. É nestes altos e baixos que construímos aquilo que somos, é nos caminhos sinuosos que aprendemos a andar.
Nos primeiros passos temos ajuda, apertamos uma mão segura que caminha ao nosso lado, quando temos confiança na estrada soltamos os dedos e saboreamos o vento...mas quando o sol se põe sentimos falta de uma mão quente que encaixe na nossa e nos acalma as dúvidas.

11 comentários:

elmary disse...

Espero que a mão segura que caminhou ao teu lado nos primeiros passos te tenha ensinado a melhor maneira de contornar os caminhos sinuosos da vida, e assim poderes saborear as coisas boas que ela nos dá.
Para ti só quero O MELHOR
Bjs. mumy

Neuza disse...

Gostei mto...
A dificuldade de aprendermos quem somos e a falta que certas pessoas nos fazem "quando o sol se põe".
Bjinhos

Gavi disse...

tb é bom aprender qm somos sozinhos qé pa nc nos faltarmos. só dpois disso saberemos qm somos. cm sabes é a minha opinião. só dpois d nos aprendermos poderemos ser nós por completo sem nos vergarmos às opiniões dos outros =D

Leoa disse...

Eu precisava de uma mão dessas por parte de uma pessoa. Quando caimos bem fundo e disfarçamos tao bem que está tudo na boa...apetece achar um sitio seguro e desconhecido onde largar as palavras que nos magoaram.
Bem isto é, teu post está muito fixe, tou sem inspiraçao em comentarios, mas vou arranjando :).
beijio

Lord of Erewhon disse...

Mão na mão tá muito batido e não dá muito gozo.

João Guilhoto disse...

o anseio pela nossa liberdade da-nos força e vontade para largarmos as mãos a uma segurança estável mas não gratificante. Quando ficamos sozinhos, só queremos olhar para o lado e encontrar outra vez lá alguém

... disse...

estava para aqui vir há muito, demorei mas valeu a pena...

é de facto "nos caminhos sinuosos que aprendemos a andar".

a partir de agora hei-de ser visita frequente*

GK disse...

Sabes, todos sabemos que este teu texto é a pura verdade. A luta diária é perceber o motivo dos contratempos, a razão maior dos percalços. Percebido isso… é seguir em frente. :)
Bj.

Bekas (",) disse...

A psicologia chama às mães que sabem ser aquilo que tu dizes ser a pessoa que segura a mão daquela que receia cair de "mães contentoras". É um termo algo idiota e grosseiro para algo bonito e bem definido.
Não só as mães podem ser, afinal, "contentoras". Não aprendemos a andar realmente só quando damos os primeiros passos. Há dias que receamos erguer-nos do berço que nos acolhe na noite fria por nos acharmos sozinhos, ou sem noção de como se faz o caminho até à concretização de algo. Mas se alguém tiver sido contentor a seu tempo devido, erguer-nos-emos sempre e bem, prontas para abraçar e dar a mão ao próprio de nós que esteja menos seguro.

Não sei se foram as palavras, o olhar ou o sorriso que nos fez ser contentoras uma da outra. Sei que a tua mão está, como tatuagem, agarrada à minha, e o teu coração dentro do meu.

Se para a nossa doce (porque é) Gavs é NOW, para mim, é ALWAYS. E com elas, temos a vida garantida ;)

Love you more than i can say. (but still, i try ;))

Manuel Marques disse...

Há muito tempo que não tenho mãos amigas que me ajudem nos primeiros passos, mas claro que as houve e permitiram que criasse e desenvolvesse a força de vontade que me inunda cada vez mais para ir atrás dos meus sonhos. / Guardo destas visitas ao teu delicioso blogue, a doçura com que escreves e a certeza que muita da nossa alegria quando um dia começa vem de quem nos dá a mão depois de o Sol se pôr. Parabéns, parabéns, parabéns! Beijinhos!

Tatiana Lewis disse...
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